Curral de Cima ultrapassa meta de vacinação na campanha contra sarampo e poliomielite

A Prefeitura Municipal de Curral de Cima chega, nesta sexta-feira (31), ao último dia de campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite ultrapassando a meta estabelecida para o município. Um total de 319 de vacinas foram aplicadas em crianças do município ao longo do mês de agosto. Este número equivale a 95,22% da população, que é público-alvo, sendo alcançado pela campanha.

A secretária de saúde da Prefeitura de Curral de Cima, Renata Ribeiro, destacou o trabalho desenvolvido ao longo da campanha. “Tínhamos como meta atingir 95% das crianças do município e chegamos ao último dia de campanha ultrapassando um pouco essa marca. Isso é resultado de um trabalho desenvolvido em equipe e com planejamento”, destacou.

Para a coordenadora da vigilância epidemiológica, Mitachara Lucena, o sucesso da campanha está atrelado ao envolvimento da equipe. “Temos uma equipe que trabalha de forma unida buscando sempre beneficiar a população de Curral de Cima. Além das equipes que atuaram nas unidades de saúde diariamente ainda contamos com o Dia D da campanha que estimulou muitas famílias a levarem suas crianças para se vacinar”, afirmou.

Renata Ribeiro reforçou o trabalho de busca ativa desenvolvido para que o município alcançasse a meta. “Da última quarta-feira para cá percebemos que algumas mães não estavam indo até as unidades de saúde com suas crianças. Diante disso, profissionais da equipe de saúde foram às casas de crianças na localidade de Laranjeiras e Campinas, por exemplo, e garantiram não só que batêssemos a meta, mas, principalmente, que todos fossem vacinados e permanecessem imunizados”, explicou a secretária de saúde.

Este ano a campanha foi “indiscriminada” – ou seja, as crianças que já foram vacinadas no passado receberam novas doses como forma de reforçar a imunização e criar barreiras de proteção contra as doenças que vem registrando aumento no Brasil

Desde fevereiro já foram confirmados 1.237 casos em todo o país. Outros 5.731 ainda estão em investigação. A maioria dos casos foi registrada em Roraima e Amazonas.

 

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